Segue a tradução do artigo 10 Cool Things We’ll Be Able To Do Once IE6 Is Dead; And A Few We Can’t do site Ajaxian. Vale a pena conferir o que estamos perdendo quando desenvolvemos pensando em IE6.
James Edwards tem uma pequena lista que ousa sonhar com uma vida pós IE6. Ele nos deu uma lista de 10 coisas que que poderemos fazer quando este dia chegar:
Usar child-selectors
Não vamos mais precisar definir intermináveis regras para remover as regras dos child-selectors. Com os eles no CSS2 poderemos especificar regras CSS que sejam aplicadas apenas no elemento filho, não nos descendentes em geral.
Usar PNGs de 24-bit
Não vamos mais precisar adaptar imagens em diferentes backgrounds coloridos para que tenhamos um anti-aliasing descente. Com o suporte ao canal alpha do PNG, poderemos usar imagens com sombras, glows e outros efeitos de opacidade, com segurança que todos os navegadores gráficos poderão vê-los.
Usar attribute selectors
Não vamos mais precisar definir classes de tipagem para os inputs – coisas como <input class=”text” … /> – quando podemos endereça-las com os attribute seletors do CSS2, como input[type="text"]. Podemos usar até mesmo o attribute selector substring-matching do CSS3 (suportado por todos os navegadores modernos, inclusive o IE7), que pode ser muito útil quando definimos seletores que se aplicam a um grande numero de atributos, diminuindo significantemente o número de código que teremos que fazer.
Usar um grande número de propriedades display
Poderemos usar coisas como display:inline-block ao invés de float:left. Isso significa não ter mais os intermináveis float dentro de float dentro de float, ou ainda o duvidável uso do overflow:hidden, só para os blocos ficarem posicionados corretamente. (Embora eu deva dizer que teremos que esperar até o Firefox 3 para termos isso também!).
Usar min-width e max-width
Apesar da implementação do propriedade width do IE6 ser muito parecida com a correta implementação do min-width, não é a mesma coisa, e não serve para o mesmo propósito; e isso não faz nada para o max-width. Com o fim do IE6 virá uma nova renascença dos designs em block, com a grande flexibilidade que os designers vem reclamando a anos.
Jogar fora 90% dos CSS hacks (e 90% da razão pela qual precisamos deles!)
No nos preocuparemos com repetições bizarras de caracteres, misteriosos blocos invisíves ou frustantes margens duplicadas; com o fim do IE6 acabará a necessidade de diagnosticar e curar tantos bugs de reendenização
Adicionar abreviações que todos poderão ver
Apesar de pessoalmente só usar o elemento <abbr> e nunca usar <acronym>, ainda sim me aborreço ao lembrar que os usuários do IE6 não verão a expansão, e me aborrece mais ainda as ocasiões que eu preciso usar scripts para eles (e não posso).
Confiar novamente no z-index
Não vamos mais precisar coçar nossas e refletir sobre o porque a camada X estão acima da camada Y quando deveria estar abaixo, imaginando o que podemos ter feito de errado, só pra lembrar que – duh – não fizemos nada de errado, é apenas o contexto de empilhamento do IE6.
Poupar tempo e dinheiro
Gastar um tempo consideravelmente menor hackeando significa menos tempo de desenvolvimento e menos custos.
Aproveitar novamente!
Escrever CSS vai se tornar prazeiroso como costumava ser. Isso é, até nossas expectativas aumentarem novamente e o IE7 se tornar nosso monstro
Mas ainda teremos que esperar pelos contadores CSS, box-sizing, e um JavaScript mais decente (e muito muito mais, como Canvar e suporte a SVG).
Tomara que o update automático para o IE8 coloque tudo nos eixos
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